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Projeto contra energia russa pode levar tarifas muito além do petróleo
O projeto mira a receita energética de Moscou, mas pode levar o custo da sanção a importadores, empresas e consumidores dos Estados Unidos.
Airdrops, yields, oportunidades
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O projeto mira a receita energética de Moscou, mas pode levar o custo da sanção a importadores, empresas e consumidores dos Estados Unidos.
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Stablecoin sempre teve uma contradição no centro. Na tela, parece simples: um token que vale um dólar. Na prática, é um pedaço de infraestrutura financeira tentando circular como dinheiro, liquidar como cripto, servir exchange, pagar fornecedor, mover tesouraria e sobreviver ao olhar de reguladores que odeiam buracos no sistema bancário.
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Cripto gosta de vender a ideia de neutralidade. Código é código. Rede é rede. Dinheiro move sem pedir licença. Só que, quando uma exchange vira parte relevante do sistema financeiro de um país sancionado, a conversa muda. Em 2 de junho de 2026, o Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros
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O derivativo mais importante da cripto nunca foi o mais confortável para os Estados Unidos. ETF à vista, tudo bem. Futuro tradicional, dá para enquadrar. Mas o perp sempre ficou num lugar mais incômodo. Líquido demais para ser ignorado. Nativo demais da cripto para caber com facilidade no molde antigo
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Durante muito tempo, a custódia cripto pareceu um mercado à parte. De um lado, exchanges. Do outro, empresas especializadas, carteiras próprias e toda a liturgia de seed phrase, cold storage e paranoia operacional. O banco tradicional observava mais do que participava. Minnesota decidiu encurtar essa distância. Em 14 de maio
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Durante muito tempo, a geografia da cripto parecia simples demais. Inovação de um lado. Licença do outro. Quem quisesse produto completo demais costumava empurrar a operação para fora do centro financeiro respeitável. Quem quisesse selo regulatório aceitava cardápio menor, mais fricção e uma boa dose de lentidão. Foi por isso
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O mercado já se acostumou com a novela regulatória americana. Audiência. Discurso. Comunicado duro. Promessa de clareza que termina em mais uma semana de ambiguidade. Por isso a votação de quinta-feira chamou tanto a atenção. No dia 14 de maio, o Comitê Bancário do Senado dos Estados Unidos aprovou por
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Durante anos, stablecoin foi tratada como apêndice do mercado cripto. Uma ferramenta útil para trader. Um estacionamento em dólar entre uma operação e outra. Essa leitura ficou pequena. No dia 7 de maio, Nathan McCauley, CEO da Anchorage Digital, disse à CoinDesk que existe uma fila de 12 a 20
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Durante muito tempo, hack em cripto foi tratado como ruído de uma indústria jovem. Uma falha aqui. Um bridge mal montado ali. Um contrato mal auditado no meio do caminho. A leitura ficou velha. No dia 30 de abril, a TRM Labs publicou que dois ataques atribuídos a grupos norte-coreanos
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Uma parte do mercado ainda vende tokenização como se fosse fogos de artifício. Tudo vai para a blockchain. Tudo fica líquido. Tudo fica global. Bonito no palco. Incompleto na vida real. No dia 6 de maio, a Taurus anunciou que sua subsidiária no Chipre recebeu uma licença MiFID da CySEC.
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O mercado tratou o avanço do CLARITY Act como se a pergunta fosse simples. Ou Washington libera stablecoin de vez, ou continua atrasando a indústria. A briga nunca foi tão binária. No dia 1º de maio, Thom Tillis e Angela Alsobrooks divulgaram o texto de compromisso que tenta destravar a
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Durante um tempo, muita plataforma vendeu mercado preditivo como se fosse uma versão mais sofisticada de opinião. Você escolhe um evento, compra uma posição, espera o resultado e chama aquilo de mercado. Na sexta-feira, 24 de abril, Brasília respondeu de um jeito bem menos romântico. O governo anunciou o bloqueio