Resumo Semanal: o recorde do S&P 500 tem pouco espaço para erro
A contratação enfraqueceu enquanto os lucros superavam estimativas. Inflação e consumo agora testam o recorde do S&P 500.
A contratação enfraqueceu enquanto os lucros superavam estimativas. Inflação e consumo agora testam o recorde do S&P 500.
O projeto mira a receita energética de Moscou, mas pode levar o custo da sanção a importadores, empresas e consumidores dos Estados Unidos.
A perda de 23 mil vagas e as revisões negativas reduziram a chance de alta de juros. As próximas leituras de inflação serão decisivas para o Fed.
A infraestrutura de IA usa mais dívida. Títulos, crédito privado e contratos ampliam os caminhos de uma frustração de retorno até o sistema financeiro.
Painéis de consumo associam o uso de GLP-1 a menos gasto em parte da alimentação e mais em roupas e atendimento presencial.
A Coldcard isolava a chave da internet, mas algumas seeds nasceram previsíveis. Usuários afetados precisam gerar uma carteira nova e mover os fundos.
O corte esperado para 14% está quase todo no preço. O sinal do Copom sobre a próxima reunião deve pesar mais para juros e ações domésticas.
Resultados de empresas sustentaram as ações enquanto petróleo, inflação e dúvida sobre o Fed encareceram a ponta longa dos juros.
Stablecoins não substituem o dólar. Elas tornam a moeda americana mais fácil de guardar e transferir, criando novos ganhadores e novos riscos.
A provável intervenção alterou o risco de curto prazo para posições financiadas em ienes, sem eliminar o diferencial de juros que sustenta o carry.
O consignado privado soma R$ 113,3 bilhões. O BC vê indícios de crédito novo, enquanto a inadimplência preliminar atingiu recorde de 8,6%.
O PIB forte reforça a pausa e o carry do peso, mas não prova mudança de consenso sobre juros nem recuperação ampla das atividades secundárias.
macro
O prêmio americano atrai metal aos Estados Unidos enquanto a disponibilidade nas bolsas de Londres e Xangai diminui por fatores globais e regionais.
macro
A manutenção descartou uma alta em julho, mas a divisão do FOMC preservou setembro como reunião em aberto para juros, dólar e ativos globais.
macro
A dívida não financiou o armazém atacado, mas dependia das vendas do estoque que estava dentro dele. Essa conexão leva o risco de guerra ao capital de giro.
macro
O resultado da SK Hynix aprofundou o segundo pregão da correção. A concentração, a margem e o rebalanceamento diário explicam por que a venda ficou maior que a mudança nos lucros.
macro
O Ibovespa ganhou 0,74%, aquém de sua própria amplitude. A queda das petroleiras conteve um pregão em que bancos, varejo e small caps avançaram.
Resumo Semanal
Alphabet e Tesla ampliaram receita, mas fecharam o trimestre com caixa livre negativo. Intel reverteu a alta inicial; Digital Realty avançou ao mostrar receita contratada e guidance maior.
mercados
Ações ganharam peso entre os valores mobiliários dos EUA detidos por estrangeiros, sobretudo pela valorização das cotações.
macro
O Brent rompeu novamente a marca de US$ 100 por barril nesta sexta-feira, 24 de julho. A imagem é suficiente para trazer de volta as perguntas conhecidas sobre gasolina, inflação e bancos centrais. Só que o barril deixou de ser a melhor medida da pressão que atravessa o mercado de
Tecnologia
A Alphabet entregou um trimestre que, até pouco tempo atrás, teria parecido incontestável. A receita cresceu 24%, para US$ 119,796 bilhões. O lucro operacional avançou 30%, para US$ 40,770 bilhões. O Google Cloud acelerou 82% e chegou a US$ 24,768 bilhões. Ainda assim, o número que dominou
macro
Airbus e Boeing têm mais de uma década de trabalho contratada. O problema do setor deixou de ser convencer companhias aéreas a comprar aviões. Passou a ser transformar pedidos em aeronaves entregues, receita reconhecida e caixa disponível. A associação britânica ADS contabilizou 16.683 aviões no backlog global ao fim
macro
O mercado vendeu o dólar canadense antes de Donald Trump anunciar a nova tarifa. Quando o ato chegou, a posição já era a maior aposta contra uma moeda principal nos contratos futuros de Chicago. Nos dados de 14 de julho de 2026, contas não comerciais carregavam 205.991 contratos vendidos
macro
As empresas da zona do euro voltaram a pedir mais crédito no segundo trimestre de 2026. Não foi uma corrida para construir fábricas. A procura cresceu com necessidade de estoques, capital de giro, investimento de grandes companhias e refinanciamento de dívidas. Os bancos responderam elevando a régua. Em termos líquidos,