Macroeconomia
O dólar não está morrendo. Está virando software
Stablecoins não substituem o dólar. Elas tornam a moeda americana mais fácil de guardar e transferir, criando novos ganhadores e novos riscos.
Macroeconomia
Stablecoins não substituem o dólar. Elas tornam a moeda americana mais fácil de guardar e transferir, criando novos ganhadores e novos riscos.
Macroeconomia
A provável intervenção alterou o risco de curto prazo para posições financiadas em ienes, sem eliminar o diferencial de juros que sustenta o carry.
Macroeconomia
O consignado privado soma R$ 113,3 bilhões. O BC vê indícios de crédito novo, enquanto a inadimplência preliminar atingiu recorde de 8,6%.
Macroeconomia
O PIB forte reforça a pausa e o carry do peso, mas não prova mudança de consenso sobre juros nem recuperação ampla das atividades secundárias.
Macroeconomia
O prêmio americano atrai metal aos Estados Unidos enquanto a disponibilidade nas bolsas de Londres e Xangai diminui por fatores globais e regionais.
Macroeconomia
A manutenção descartou uma alta em julho, mas a divisão do FOMC preservou setembro como reunião em aberto para juros, dólar e ativos globais.
Macroeconomia
A dívida não financiou o armazém atacado, mas dependia das vendas do estoque que estava dentro dele. Essa conexão leva o risco de guerra ao capital de giro.
Macroeconomia
O resultado da SK Hynix aprofundou o segundo pregão da correção. A concentração, a margem e o rebalanceamento diário explicam por que a venda ficou maior que a mudança nos lucros.
Macroeconomia
O Ibovespa ganhou 0,74%, aquém de sua própria amplitude. A queda das petroleiras conteve um pregão em que bancos, varejo e small caps avançaram.
Resumo Semanal
Alphabet e Tesla ampliaram receita, mas fecharam o trimestre com caixa livre negativo. Intel reverteu a alta inicial; Digital Realty avançou ao mostrar receita contratada e guidance maior.
mercados
Ações ganharam peso entre os valores mobiliários dos EUA detidos por estrangeiros, sobretudo pela valorização das cotações.
Macroeconomia
O Brent rompeu novamente a marca de US$ 100 por barril nesta sexta-feira, 24 de julho. A imagem é suficiente para trazer de volta as perguntas conhecidas sobre gasolina, inflação e bancos centrais. Só que o barril deixou de ser a melhor medida da pressão que atravessa o mercado de