Macroeconomia
O crédito caro ainda não quebrou o consumidor americano
O consumidor resistiu, enquanto a inflação não reacelerou amplamente em julho. Crédito e gasto avançaram, mas saldos maiores aumentam a dependência do emprego.
Análises de inflação, juros, crescimento, política fiscal, bancos centrais e seus efeitos sobre os mercados.
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O consumidor resistiu, enquanto a inflação não reacelerou amplamente em julho. Crédito e gasto avançaram, mas saldos maiores aumentam a dependência do emprego.
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O próximo passo do Banco do Japão pode sair do país por Treasuries, dólar, real e posições financiadas em ienes.
Macroeconomia
A contratação enfraqueceu enquanto os lucros superavam estimativas. Inflação e consumo agora testam o recorde do S&P 500.
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A perda de 23 mil vagas e as revisões negativas reduziram a chance de alta de juros. As próximas leituras de inflação serão decisivas para o Fed.
Macroeconomia
A infraestrutura de IA usa mais dívida. Títulos, crédito privado e contratos ampliam os caminhos de uma frustração de retorno até o sistema financeiro.
Macroeconomia
O corte esperado para 14% está quase todo no preço. O sinal do Copom sobre a próxima reunião deve pesar mais para juros e ações domésticas.
Macroeconomia
Resultados de empresas sustentaram as ações enquanto petróleo, inflação e dúvida sobre o Fed encareceram a ponta longa dos juros.
Macroeconomia
Stablecoins não substituem o dólar. Elas tornam a moeda americana mais fácil de guardar e transferir, criando novos ganhadores e novos riscos.
Macroeconomia
A provável intervenção alterou o risco de curto prazo para posições financiadas em ienes, sem eliminar o diferencial de juros que sustenta o carry.
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O consignado privado soma R$ 113,3 bilhões. O BC vê indícios de crédito novo, enquanto a inadimplência preliminar atingiu recorde de 8,6%.
Macroeconomia
O PIB forte reforça a pausa e o carry do peso, mas não prova mudança de consenso sobre juros nem recuperação ampla das atividades secundárias.
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O prêmio americano atrai metal aos Estados Unidos enquanto a disponibilidade nas bolsas de Londres e Xangai diminui por fatores globais e regionais.